Quem tem iPhone faz mais sexo
super.abril.com - 17/08/2010
O site de relacionamentos americano OkCupid (da linha dos que prometem achar a sua cara metade) cruzou informações pessoais de 9.785 de seus usuários e fez uma análise daquelas bem interessantes: entre os donos de smartphones na faixa dos 30 anos, os que usam iPhone têm vidas sexuais mais movimentadas do que os donos de aparelhos BlackBerry e Android.
Entre os homens, o número médio de parceiros (o total de pessoas com as quais eles se relacionaram do início da vida sexual até os 30) do pessoal do iPhone é 10; dos que apostaram no BlackBerry, 8,1; e dos que foram de Android, tadinhos, apenas 6.
E as mulheres são ainda mais “amorosas”. De acordo com o site, as donas de iPhone chegam, em média, aos 12 parceiros até os 30; as de BlackBerry, 8,8; e as que usam Android, 6,1.
Vision for a Nation: todos os graus em um único par de óculos
super.abril.com - 16/07/2010
Isso prejudica o aprendizado escolar, o acesso a diversos postos de trabalho e a vida familiar e social. Para minimizar esse problema, a ONG britânica Adaptive Eyewear criou os óculos Adlens, com grau ajustável. Ou seja, o mesmo óculos se adapta a milhares de receitas diferentes e pode, inclusive, ser compartilhado por mais de um usuário.
O segredo está em suas lentes ocas, que possuem uma fina folha de plástico esticada em seu interior. Por meio do giro de um botão lateral, um líquido de alto poder de refração é injetado no espaço entre a lente e o plástico – ou retirado dele –, alterando a curvatura da folha plástica. Quanto mais curva, maior o grau da lente.
No final do ano passado, a ONG foi reconhecida pela Clinton Global Initiative pelo programa Vision for a Nation, que está realizando testes oftalmológicos com os 7,5 milhões de habitantes de Ruanda e vai fornecer os óculos Adlens para todos os que precisarem.
Vida de cobaia
Alguns buscam dinheiro. Outros, a própria saúde. E tem aqueles que só desejam o progresso da humanidade. Entenda por que muita gente resolve colocar o próprio corpo à disposição da ciênciasuper.abril.com - 13/07/2010
Logo que caiu no organismo de Wilson, a TG1412 provocou uma reação do sistema imunológico, que passou a atacar o próprio corpo do encanador. O mesmo aconteceu com outros 5 participantes da pesquisa. Todos entraram em colapso ao mesmo tempo. Seus corpos incharam - a cabeça e o pescoço de alguns triplicaram de tamanho. Os médicos não sabiam o que fazer, já que a TG1412 nunca havia sido administrada a humanos antes. Todos os participantes, que acabariam conhecidos como "homens-elefante", acabaram sobrevivendo. Mas não sem sequelas. Ryan, que ficou em coma durante 16 dias, teve problemas de circulação. Sofreu amputação de dedos das mãos e dos pés, e nunca mais pôde andar normalmente ou trabalhar como encanador. "Destruíram a vida de um jovem", diz Wilson no documentário inglês The Drug Trial That Went Wrong.
Uma vida destruída...para salvar muitas outras? É de gente como Wilson que a ciência precisa para desenvolver drogas e tratamentos para todo tipo de doença - de câncer a impotência sexual. Alguém tem de fazer esse sacrifício para que você use o descongestionante nasal quando bate aquela gripe. Ou para que se encontre a cura da aids. Cada remédio exposto na farmácia teve de passar por experimentos com voluntários. E mais de 10 mil compostos são testados para que apenas um chegue ao mercado. Ou seja, muita gente tem de fazer um sacrifício e tanto pelo bem da humanidade. Porque você mesmo não toparia tomar algo nunca antes testado em um humano. Toparia?
Se respondeu que sim, talvez você esteja apto a se tornar uma cobaia da ciência. (Ou, oficialmente, um "voluntário". Médicos acham o termo cobaia pejorativo.) É à procura de gente disposta a colaborar com a ciência que a indústria farmacêutica e institutos de pesquisa direcionam anúncios sempre que iniciam um novo estudo. "Tem problemas para dormir?" "Sua memória anda falhando?" - geralmente é assim que a pesquisa se apresenta, em anúncios publicados em jornais, revistas, internet, até TV em países como os EUA. Quem aceita o convite? Sempre tem aqueles que querem ajudar a ciência e salvar a humanidade. Mas as cobaias se dividem principalmente em dois tipos de gente: 1. Os que precisam de dinheiro. 2. Os que precisam de saúde.
Dinheiro x saúde
Ryan Wilson fazia parte do primeiro grupo. Era um homem saudável quando apareceu no Northwick Hospital Park, de Londres. Havia lido um anúncio na internet sobre a pesquisa de um novo remédio que buscava voluntários - e pagaria a cada um o equivalente a pouco mais de R$ 5 mil.
Em lugares como EUA e Reino Unido, oferecer uma recompensa financeira para que alguém se torne uma cobaia é uma prática comum. "Por um vidrinho de sangue, pagamos US$ 30", conta o hematologista goiano Rodrigo Calado, pesquisador no estado americano de Maryland do Instituto Nacional de Saúde, agência do governo dos EUA. A promessa de dinheiro rápido (o que nem sempre significa fácil) costuma atrair principalmente pessoas de baixa renda ou estudantes atrás de um reforço para o orçamento, segundo Calado. A crise financeira mundial, no entanto, mudou isso: em regiões dos EUA, laboratórios e centros de pesquisa passaram a ser procurados por todo tipo de gente, interessada em acrescentar qualquer centavo à renda doméstica.
Tem tanta gente em busca desse tipo de remuneração que já existem sites dedicados só a ofertas de experimentos. São um tipo de classificados da ciência. Em um deles, o Biotrax.com, você começa escolhendo país e cidade em que quer participar do estudo. E define se é um voluntário saudável ou se tem alguma doença (o que poderá encaminhá-lo a pesquisas específicas). É o suficiente: o site lista os testes clínicos correspondentes a sua pesquisa (alguns, um tanto suspeitos). Também não falta manual sobre como fazer do trabalho de cobaia uma profissão. O Drugspay.com ensina como conseguir até US$ 34 mil por ano - o que daria cerca de R$ 5 mil por mês - só participando de pesquisas. A receita: timing. Segundo o site, é preciso participar de estudos de 30 em 30 dias (o espaço de tempo é para que os efeitos de um teste não influenciem o outro). E se preparar para os períodos de escassez: "Praticamente todas as clínicas fecham para o Natal", avisa. (O autor do site se diz experiente - em seus textos, declara ter tomado mais de 750 pílulas e ter tirado amostras de sangue mais de 1 500 vezes.)
Que brasileiro nenhum se inspire nesse pessoal. No Brasil, receber (e pagar) pela participação em pesquisas científicas é proibido por lei. Por quê? "Temos gente demais vivendo na pobreza", diz Gyselle Saddi Tannous, coordenadora da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), conselho ligado ao Ministério da Saúde e responsável pela aprovação de pesquisas com voluntários no Brasil. "Uma pessoa em grave situação financeira não teria autonomia para escolher o que é bom ou ruim pra si mesmo. Ficaria vulnerável." Em 2003, por exemplo, a Conep interrompeu um estudo realizado no Amapá que pretendia investigar os hábitos do mosquito da malária. Para conseguir os resultados, pesquisadores ofereciam R$ 30 a moradores de comunidades ribeirinhas pra que eles fossem picados por mosquitos. "O dinheiro fazia tanta diferença para os voluntários que eles protestaram quando determinamos a suspensão da pesquisa", diz Gyselle. (Segundo a Conep, a pesquisa tinha metodologia diferente e não mencionava pagamento quando foi aprovada.)
Ou seja, aqui, as cobaias são pessoas altruístas - gente saudável que quer colaborar com a ciência - ou pertencentes àquele segundo grupo, o que precisa salvar sua saúde. Os pacientes em busca de cura são o grosso das fileiras de cobaias. No Brasil e no mundo. "É gente que muitas vezes não tem condições de se medicar sem o tratamento experimental por causa do custo, ou porque alguns medicamentos não estão disponíveis no mercado", diz Thomas Lehman, diretor do Weill Medical Center da Universidade Cornell, nos EUA. Nesses casos, o paciente é convidado por médicos para participar das pesquisas. Sempre estudos já aprovados por órgãos governamentais como o Conselho Nacional de Saúde, no Brasil, e o Instituto Nacional de Saúde, nos EUA.
Foi assim que o nova-iorquino Nate Smith* (o nome é fictício, porque Smith deve respeitar uma cláusula de confidencialidade) entrou em uma pesquisa. Em 1998, Smith descobriu que tinha aids. Passou a se tratar com remédios que prejudicaram sua área motora. E começou a sentir dificuldades de locomoção. Em 2000, foi convidado por médicos do hospital em que se tratava para participar de uma pesquisa sobre o cérebro. A promessa: o estudo poderia gerar tratamentos que o fizessem caminhar melhor.
A pesquisa envolveria apenas alguns procedimentos e exercícios para o cérebro. "Se me dissessem que eu teria de tomar qualquer nova droga, não teria topado. Já não aguentava nem os efeitos dos remédios tradicionais", diz Smith. Por 8 anos, Smith teve sangue, urina e liquor (retirado com uma injeção na coluna) coletados frequentemente. Também recebia um médico que testava os reflexos de seus joelhos e calcanhares. E desafiava seu cérebro - devia repetir 5 palavras na ordem em que as tinha ouvido, ou responder a questões como "quem o vestiu hoje?" Parecem perguntas banais, mas a dificuldade dos pacientes para respondê-las era crucial para que os pesquisadores desenvolvessem tratamentos para suas fraquezas. Com o tempo, Smith acabou desanimando e abandonando o estudo, que ainda não foi concluído. Mas pretende voltar para, quem sabe, ser beneficiado com os resultados.
A (falta de) segurança
Quando uma pesquisa envolve uma nova droga, uma cobaia sempre corre riscos. Afinal, se um remédio está em testes, é porque ainda não se sabe tudo o que causa ao nosso corpo. É verdade, toda droga levada a humanos passa antes por experimentos com animais. "Mas ninguém pode afirmar que os efeitos do remédio em pessoas serão os mesmos vistos nos bichos", diz Lehman, de Cornell. Mesmo depois de aplicada em gente, a droga pode surpreender. É por isso que os testes são conduzidos em fases: primeiro em pessoas saudáveis, depois em grupos cada vez maiores de pessoas.
E por isso também os pesquisadores se cercam de cuidados. Em dezembro de 2009, 4% de cerca de 3 mil mulheres africanas que participaram do estudo de um gel vaginal que preveniria contra aids acabaram infectadas com o vírus. Acreditava-se que o gel reduziria o risco de contaminação em 30% - mas, 10 meses depois de iniciada a pesquisa, descobriu-se que ele era tão eficiente quanto placebo. Todas as participantes foram instruídas a usar preservativos durante o período do estudo. Mas, talvez motivadas pelas supostas benesses do gel testado na pesquisa, muitas acabaram ignorando a precaução.
Cobaias aprendem sobre os riscos logo de cara, ao assinar um termo de responsabilidade (como o da página 59). Mas isso não lhes tira o direito de exigir indenização caso algo dê errado. Wilson, aquele do começo da reportagem, fez isso. O caso foi sigiloso, mas tabloides britânicos publicaram que o rapaz levou cerca de R$ 5 milhões como compensação.
Para evitar processos como esses, muitos laboratórios e centros de pesquisa têm transferido seus estudos para países de população mais vulnerável. Como a Índia - que concentra gente carente de dinheiro (a população é pobre) e de saúde (plano de saúde não é algo disseminado no país). Ou seja: um monte de gente disposta a aceitar um tratamento experimental. E, como muitos dos voluntários são analfabetos, tem cobaia que assina o termo de responsabilidade sem saber no que está entrando.
Mudar a pesquisa de país também é um jeito de resolver dois problemas para os laboratórios. O primeiro é testar as drogas em populações com bases genéticas distintas. E o segundo é cortar custos. O investimento em uma nova droga é de US$ 1 bilhão, e os testes com pessoas consomem metade disso. Na Índia, a mão de obra barata reduz em até 60% os gastos com os experimentos. Mas países como os EUA têm uma vantagem importante para as cobaias: credibilidade."Os hospitais dos EUA testam constantemente novos remédios", diz o hematologista Rodrigo Calado. "É uma segurança extra para quem se coloca nas mãos da ciência."
Dilma sobe 7 pontos e empata com Serra, aponta Datafolha
O levantamento foi realizado ontem e anteontem com 2.660 entrevistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.folhaonline.com - 22/05/2010
A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, atingiu sua melhor marca até hoje numa pesquisa Datafolha e está empatada com José Serra (PSDB). Ambos estão com 37%.
O levantamento foi realizado ontem e anteontem com 2.660 entrevistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Marina Silva (PV) aparece com 12%. Os que votam em branco, nulo ou em nenhum somam 5%. Indecisos são 9%.
Na comparação com a última pesquisa Datafolha, realizada em 15 e 16 de abril, Dilma teve uma alta de sete pontos percentuais --de 30% para 37%. Já Serra caiu cinco pontos, saindo de 42% para os mesmos 37%. Essa é a primeira vez que ambos aparecem empatados no Datafolha, que traz outros números positivos para a petista.
TV e Lula
"O principal fato que pode ser apontado como responsável por essa alta da candidata é o programa partidário de TV que o PT apresentou recentemente", diz Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha.
Na semana passada, o PT foi à TV com vários comerciais de 30 segundos e com seu programa mais longo, de dez minutos. A estrela dessa investida de marketing foi Dilma Rousseff, com Lula como cabo eleitoral.
Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não são apresentados a uma lista com os nomes dos candidatos, a curva da intenção de voto de Dilma continuou a descrever uma sólida curva ascendente.
Ela tinha 8% em dezembro. Em abril, estava com 13%. Agora, foi a 19% e está isolada em primeiro lugar. José Serra pontuou 14% --ele também vem subindo nesse quesito, mas em ritmo mais lento.
Ainda na pesquisa espontânea, há também 5% que dizem ter intenção de votar em Lula, que não pode ser candidato. Outros 3% declarar querer votar no "candidato do Lula". E 1% respondem "no PT" ou no "candidato do PT".
Em tese, portanto, o potencial de voto espontâneo em Dilma pode ser de 28% --os seus 19% e mais outros 9% dos que desejam votar em Lula, em quem ele indicar ou em um nome apresentado pelo PT.
2º turno e rejeição
Quando são colocados na lista de candidatos os concorrentes de partidos pequenos, o cenário não se altera muito. Dilma e Serra continuam empatados, cada um com 36%. Marina tem 10%. E só dois nanicos pontuam: José Maria Eymael (PSDC) e Zé Maria (PSTU).
Dilma também colheu bom resultado na rejeição: seu índice caiu de 24% para 20% enquanto o de Serra subiu de 24% para 27%. Marina também teve um resultado positivo, pois sua rejeição caiu de 20% para 14%.
Na projeção de segundo turno, os dois estão tecnicamente empatados: a petista tem 46% contra 45% do tucano. Em abril, Serra aparecia dez pontos à frente da petista nesse quesito, com 50% a 40%.
A FORMIGA E O GAFANHOTO: VERSÃO CLÁSSICA E A BRASILEIRA
feitovoce.multiply.com - 20/05/2010
Era uma vez uma formiga que trabalhava duro, de sol a sol, construindo sua toca e acumulando suprimentos para o longo inverno que se aproximava.
O gafanhoto viu aquilo e pensou:
-Que idiota!
E passava o tempo todo dando gargalhadas, cantando e dançando. Assim passou todo verão; ao chegar o inverno, enquanto a formiga estava aquecida e bem alimentada, o gafanhoto não tinha abrigo nem comida; morreu de fome.
MORAL DA ESTÓRIA: Trabalhe duro! Seja previdente e responsável.
VERSÃO BRASILEIRA:
Era uma vez uma formiga que trabalhava duro no sol escaldante de verão, construindo sua toca e acumulando suprimentos para o longo inverno que se aproximava.
O gafanhoto pensou:
-Que idiota!
E passou o verão dando gargalhadas, cantando e dançando como nunca.
Ao chegar o inverno, o gafanhoto, tremendo de frio, armou uma barraca de lona na entrada da toca da formiga e convocou toda a imprensa para uma entrevista e exigiu explicações:
Por que é permitido à formiga, uma toca aquecida e boa alimentação, enquanto os gafanhotos estão expostos ao frio e morrendo de fome?
Todos os órgãos de imprensa compareceram à entrevista (SBT, BAND, ZERO HORA, JORNAL DO BRASIL, ESTADÃO, REDE GLOBO, CNM e outros); tiraram muitas fotos do gafanhoto trêmulo de frio e com sinais de desnutrição.
As imagens dramáticas na televisão mostraram um gafanhoto em deplorável condição, sentado num banquinho debaixo de uma barraca de plástico preto e mais adiante mostraram a formiga em sua toca confortável, com uma mesa farta e variada.
O programa do Datena apresentou um quadro de 15 minutos, mostrando o gafanhoto cambaleante.
O povo brasileiro fica perplexo e chocado com o contraste.
A BBC de Londres manda ao Brasil uma equipe para fazer uma reportagem especial a ser distribuída em rede para toda a Europa.
A CBS nos EEUU interrompe uma entrevista coletiva sobre a guerra no Iraque, antes da entrega do Oscar, para mostrar como anda a cidadania dos gafanhotos brasileiros.
A notícia recebe apoio imediato de José Dirceu, com a ressalva de que os recursos devem ser dirigidos ao programa Fome Zero do governo Lula, e cogita uma Emenda Constitucional que aumente os impostos para as formigas e ainda obriga as comunidades a promover a integração social dos gafanhotos.
A formiga, multada por supostamente não entregar sua quota de folhas verdes ao Ministério das Folhas e não tendo como pagar todos os impostos e contribuições que foram apurados retroativamente, pede falência.
A Câmara Federal instala uma comissão de inquérito para investigar a falência fraudulenta de inúmeras formigas abastadas. O Ministério das Folhas nomeia uma comissão de auditores fiscais suspeitando de que as formigas tenham desviado recursos do FF5 (folhas fresca nº 5 de Banco Central) e suspeitas de lavar folhas.
O gafanhoto decide invadir a toca da formiga e lá acampa.
A formiga pede ajuda da polícia e esta informa que não dispõe de efetivo para atender ocorrências desta natureza e que também por orientação do Secretário de Segurança , deseja evitar confronto com os SEM TOCAS. A formiga entra na justiça para obter a reintegração da toca, mas é negado, o juiz invocou um novo ramo do direito, "O ECONÔMICO" e sentencia que a formiga não provou a produtividade da Toca.
O Ministério da Reforma Agrária desapropria a Toca da Formiga, por não cumprir sua função social e a entrega ao friorento e desnutrido gafanhoto.
O Ministério da Justiça examinando folhas do Jornal Última Hora, descobriu que o gafanhoto foi preso no passado, por promover algumas greves, assaltos e seqüestros (crimes políticos), e conseguiu sua inclusão no grupo dos perseguidos políticos com direito à indenização federal e pensão vitalícia.
Agora começa novamente o verão, as formigas trabalham e os gafanhotos cantam e dançam...
MORAL DA ESTÓRIA: TEM?
Por que nos museus é proibido fotografar com flash?
- 18/05/2010
Isso quando eles permitem fotografar alguma coisa, não é? O que acontece é que essa luz disparada pelas câmeras é tão intensa que acaba adulterando a própria cor das pinturas. Além de todas as cores perceptíveis pelo olho humano e dos raios infravermelhos, a luz branca dos flashes contém os invisíveis e poderosos raios ultravioleta.
Os fótons (partículas de luz) que os compõem carregam uma quantidade de energia muito maior que a dos outros raios - a ponto de reagirem com os elétrons das tintas do quadro. Essa reação romperia algumas das ligações químicas entre as moléculas que formam o pigmento - o que, por sua vez, modificaria de maneira imprevisível as cores da pintura. Qualquer luz branca - como a do Sol ou a das lâmpadas fluorescentes - é capaz disso, só que essa capacidade de interferir na pigmentação aumenta conforme a intensidade da luz.
A dos flashes é tão forte que tem que ser proibida em nome da preservação de patrimônios artísticos valiosíssimos. Sem ela, as fotos que os visitantes levam para casa podem não ficar lá essas coisas, mas os Van Goghs e os Picassos agradecem.
Travesseiro tecnológico aproxima casais que namoram a distância
Cada uma das pessoas usa um sensor próximo ao coração e o travesseiro do parceiro transmite os sons de respiração e batimento cardíacoglobo.com - 03/05/2010
| Casais conectados até na hora de dormir |
Dentro do travesseiro, existe um sistema com uma luz suave e alto falante. Cada pessoa usa um pequeno sensor que fica preso próximo ao coração. Quando um dos amantes vai dormir, a luz do travesseiro do parceiro acende. Ao deitar abraçada com a invenção, a pessoa ainda escuta o barulho da respiração e o batimento cardíaco de seu par.
O kit que fica dentro do travesseiro pode ser removido, facilitando o transporte para casais que viajam muito, por exemplo. Por enquanto, o travesseiro é só um protótipo e não está à venda. Confira o funcionamento da invenção no vídeo abaixo.
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Britânica de 3 anos treina por título de tatuadora mais jovem do mundo
Ruby Dickinson sai do berçário direto para estúdio do pai. Menina gosta de 'desenhar' aranhas.g1.com Edição: Ruthy Costa - 16/04/2010
Ruby Dickinson, de apenas 3 anos de idade, está se preparando para ser a tatuadora mais jovem do mundo. A britânica de Penmaenmawr, no País de Gales, tem aprendido com o pai a arte de desenhar na pele.
Todos os dias, depois de sair do berçário, Ruby vai para o estúdio de seu pai, Blane, de 36 anos, onde treina desenhos e o manuseio do equipamento. O tatuador profissional até encomendou dos Estados Unidos uma pistola mais ergonômica para sua filha. "Ela ama desenhos e tatuagens e estou muito orgulhoso disso", afirmou Blane ao tabloide "The Sun".
O pai coruja acredita que sua filha se tornará um “Van Gogh das tatuagens” num futuro próximo. Hoje, o desenho preferido de Ruby é a aranha.
Blane tem 70% do corpo tatuado e o que ainda não foi coberto por desenhos será tarefa de Ruby. "Não me importo com a bagunça que ela fará na minha pele", contou ele.
Assim que fizer seu primeiro desenho oficial, Ruby tomará o título de tatuadora mais jovem do mundo da canadense Emilie Darrigade, que desenhou uma borboleta no braço do pai aos 5 anos de idade.
Ciúme deixa mulheres “cegas”
- 15/04/2010
| "Mas é ciúme, cíume de você" |
Que as emoções afetam a saúde mental e física a gente já sabe. Agora, descobriram que elas podem afetar até o que vemos - literalmente. É a conclusão de uma recente pesquisa americana, que mostra que o ciúme pode realmente prejudicar a visão das mulheres.
Pesquisadores da Universidade de Delaware testaram casais heterossexuais e descobriram que as mulheres quando induzidas a sentir ciúmes eram distraídas pela emoção a ponto de ficarem incapazes de detectar certas imagens que eram questionadas a buscar.
Os casais avaliados se sentaram em uma sala, em computadores separados. A mulher foi convidada a detectar paisagens em meio a um fluxo rápido de imagens aleatórias e os maridos foram convidado a avaliar a atratividade das paisagens que apareciam na tela. Mas, no meio do experimento, foi anunciado que os homens iriam avaliar a taxa de atratividade de outras mulheres solteiras.
Daí, foi um Deus nos acuda: durante o tempo que os parceiros estavam avaliando outras mulheres, as esposas ficaram distraídas e passaram a detectar erroneamente as figuras apresentadas anteriormente.
Ainda não se sabe o que vai acontecer quando os papéis forem invertidos. Será que os homens também perdem a noção por causa do ciúme?
Mulher quase mata namorado sufocado com os seios
globo.com - 07/04/2010
Claire, de 27 anos, ocupa o segundo lugar no ranking dos maiores seios do Reino Unido - quase 13 quilos! Ela desabafou ao "News of the World". "Ele começou a se descontrolar, mas achei que fosse por estar muito excitado. Então eu continuei. Poucos minutos depois percebi que ele tinha parado de se mexer", contou Claire.
Desesperada, a inglesa ligou para a emergência médica. Por sorte, Stven, também de 27 anos, voltou a respirar antes da chegada do socorro. A relação não resistiu ao susto e, três meses após o "acidente", Claire e Steven se separaram.
ENQUETE
| As redes socias através da internet facilitam as formas de comunicação no mundo, tornando-se cada vez mais uma necessidade da sociedade moderna. Qual dessas você prefere usar? |
PLANTÃO
Cirurgia para mudança de sexo de mulheres será permitida no Brasil
Bairro Ipueiras festeja nossa senhora do perpétuo socorro
Gutemberg Rocha tem registro de candidatura aceito pelo TSE
Piauí está entre os dez estados com risco muito alto de epidemia de dengue
Saem os editais para o PSIU Geral e 3ª Etapa do Vestibular 2010







